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Caseiro de 49 anos é morto a facadas em Teresina; companheira suspeita do crime se entrega à polícia

Quais as diferenças entre o homicídio culposo e doloso? O caseiro Egnaldo Gonçalves Nascimento, de 49 anos, foi morto a facadas, na noite de sábado (23), ap...

Caseiro de 49 anos é morto a facadas em Teresina; companheira suspeita do crime se entrega à polícia
Caseiro de 49 anos é morto a facadas em Teresina; companheira suspeita do crime se entrega à polícia (Foto: Reprodução)

Quais as diferenças entre o homicídio culposo e doloso? O caseiro Egnaldo Gonçalves Nascimento, de 49 anos, foi morto a facadas, na noite de sábado (23), após discutir e perseguir a companheira com uma pedra no bairro Parque Afonso Gil, Zona Sul de Teresina. Segundo a Polícia Civil, a companheira, Érica Micaele da Silva Pereira, de 22 anos, é a principal suspeita e se entregou aos policiais pouco depois do crime. O g1 tenta localizar a defesa dela. O delegado Francisco Costa, o Barêtta, coordenador do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou que o casal estava consumindo bebida alcoólica quando começaram a discutir. O motivo da discussão ainda vai ser investigado pela polícia. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp "Moradores da região disseram aos policiais que estiveram no local que os dois, de vez em quando, tinham desentendimentos. [Na noite do crime] ele correu atrás dela com uma pedra, depois ela voltou com uma faca, correu atrás dele e conseguiu alcançá-lo", descreveu o delegado. De acordo com o coordenador do DHPP, a suspeita esfaqueou Egnaldo várias vezes, no peito e no abdômen, e fugiu para um matagal. Policiais do 22º Batalhão da Polícia Militar (BPM) de Teresina fizeram buscas na casa dela e nos arredores, mas ela decidiu se entregar. A suspeita foi levada ao Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa e, em seguida, à Central de Flagrantes de Teresina, onde foi autuada em flagrante por homicídio. ⚖️ Ser autuada em flagrante por homicídio significa que a pessoa foi presa no momento em que o crime ocorreu ou logo depois, com indícios suficientes de que participou da morte de alguém. A companheira de Egnaldo aguarda agora pela audiência de custódia, em que um juiz vai determinar se ela continua presa ou responde ao processo em liberdade. Família pensava que vítima estava no trabalho Ainda segundo o delegado Barêtta, a vítima trabalhava como caseiro em um sítio em Monsenhor Gil. A irmã de Egnaldo, ao ser entrevistada pelos policiais, disse que não sabia que o irmão estava na capital e pensava que ele estava no sítio. "A irmã dele falou que, sempre quando ele vinha para Teresina, avisava os parentes, mas dessa vez não avisou", afirmou o coordenador. O caso será investigado pelo DHPP, que tem 10 dias para concluir o inquérito e decidir se indicia ou não Érica — ou seja, confirmar ou não que há indícios de que ela foi a autora do homicídio. Homicídio em Teresina (foto ilustrativa) Eric Souza/g1 VÍDEOS: assista aos vídeos mais vistos da Rede Clube